O Black Drawing Chalks promete tocar várias músicas de seu recém-lançado disco, Life is a Big Holiday For Us, um dos melhores do ano.
A Urbanaque Apresenta acontece neste sábado (01/08) a partir das 23h na Funhouse, em São Paulo.
Serviço:
Urbanaque Apresenta Sábado, 01 de agosto, a partir das 23h Banda: Black drawing Chalks DJs residentes: Ricardo Lemke e Ivan Sabian DJs convidados: Urbanaque Créu Quanto: Com lista R$ 7 homens e R$ 5 mulheres (lista@urbanaque.com.br) Sem lista R$ 15 homens e R$ 10 de mulheres
Há 15 anos o Brasil perdeu um dos personagens mais irreverentes do humor nacional, Antônio Carlos Bernardes Gomes, o Mussum.
Único negro d’Os Trapalhões, Mussum foi parar no grupo formado por Didi (Renato Aragão) Dedé ( Manfried Santanna) e Zacarias (Mauro Faccio Gonçalves) após se destacar no grupo Os Originais do Samba.
Mangueirense, flamenguista e cachaceiro, Muça conquistou o país com seu humor sem vergonha, malandragem, risada escandalosa e vocabulário peculiar, sempre terminando as frases com “évis” e “is”: “forévis”, “cacildis”, e por aí vai.
Pra mim, o verdadeiro anti-herói brasileiro e o mais brilhante d’Os Trapalhões ao lado de Didi. Recentemente a Europa Filmes relançou em DVD todo os filmes deles, sendo 27 deles com Mussum.
Quem preferir gastar o dinheiro com “mé” ao invés de comprar os DVDs, pode se deliciar com vídeo de Mussum no YouTube. Abaixo selecionei alguns:
Para comemorar seus dois anos de existência a revista +Soma promove duas mostras especiais no Espaço +Soma, na Vila Madalena, em São Paulo.
“Just One Pix” reúne pinturas do artista plástico gaúcho Pablo Etchepare.São eças de tamanhos variados com figuras excêntricas e surreais como homens-canibais fazendo churrasco (que ilustra este post), motoqueiros zumbis e um robô alimentado por macacos.
As pinturas de Pablo vão estar à venda com preços que variam de R$ 550 a R$ 1.500.
Já a mostra “2/12 - Dois Anos, Doze Edições: A +Soma Em 24 Retratos” faz uma retrospectiva de fotos dos ensaios das personalidades que estamparam as páginas da +Soma nesses dois anos como Bonnie “Prince Billy”, Rappin’ Hood e Mr. Catra.
As fotos foram feitas por Alexandre Vianna, Caroline Bittencourt, Cia de Foto, Ênio Cesar, Fabiano Lokinho, Fernando Martins e Fotonauta.
As duas mostrar possuem entrada gratuita e podem ser vistas de terça a sábado, das 12h às 20h, até o dia 29 de agosto.
Serviço:
Mostra 2/12 - Dois Anos, Doze Edições: A +Soma Em 24 Retratos Fotos de Alexandre Vianna, Caroline Bittencourt, Cia de Foto, Ênio Cesar, Fabiano Lokinho, Fernando Martins e Fotonauta Mezanino do Espaço +Soma De 20 de julho a 29 de agosto de 2009
Just One Fix - Individual de Pablo Etchepare Mezanino do Espaço +Soma De 20 de julho a 29 de agosto de 2009
Terça a sábado, das 12h às 20h Grátis Rua Fidalga, 98 - Vila Madalena - São Paulo, SP Censura: Livre Estacionamento: Em frente (não conveniado) (11) 3034-0515
Como já foi dito anteriormente por aqui, após a morte de Michael Jackson, que completa um mês no próximo sábado (25), muito material inédito e sobras de estúdio começariam a vir à tona com a mesma velocidade que as fofocas de sua vida pessoal.
O produtor Bryan Loren, que trabalhou com Michael no álbum Dangerous (1991), liberou três faixas feitas com o Rei do Pop em seu perfil oficial no MySpace.
“Work That Body”
Figura no MySpace de Loren como sobra de Dangerous, em nada parece as 14 canções que figuram no álbum lançado em 1991, mas remete a parceria feita com Michael Jackson em novembro de 1990, o sucesso “Do the Bartman”, para Os Simpsons, que figura no disco The Simpsons Sing the Blues (1990).
No meio da música liberada por Bryan Loren Michael canta um trecho de “ABC”, que segundo o produtor foi ideia sua, já que Michael não queria incluir isso na canção.
“Do the Bartman” não foi a única homenagem de Michael para os Simpsons, do qual era fã, ele também fez uma canção para o aniversário de Lisa, intitulada "Lisa It's Your Birthday" (confira abaixo).
“Supafly Sister”
Foi lançada no disco Blood on the Dance Floor: History in the Mix (1997), álbum de remixes da coletânea HIStory: Past, Present and Future, Book I (1995).
“To Satisfy You”
Era pra ter sido lançada por Michael em Dangerous, mas acabou entrando somente no disco Music From The New World, de Bryan Loren. Michael aparece apenas fazendo backing vocals na canção.
Segundo o próprio Loren, ele e Michael compuseram e gravaram mais de 20 músicas juntos, mas nunca as finalizaram. “Estou orgulhoso de ter produzido e escrito para Michael. Também me orgulho de poder chamá-lo de meu amigo”, escreveu Loren.
É bom ficar esperto no MySpace de Bryan Loren, já que o produtor prometeu colocar mais canções inéditas de Michael Jackson por lá.
Em sua terceira passagem pelo país, Cat Power conseguiu apagar de vez da memória dos brasileiros o fiasco que foi sua estreia em palcos brasileiros, em 2001.
Sóbria e consciente do poder que sua voz exerce sobre a indiezada, a cantora focou seu repertório nos seus discos de covers, em especial seu recém-lançado Jukebox. Foi bonito ver e ouvir versões reconstruídas de “The House of The Rising Sun”, “New York, New York”, “Sea of Love” e “The Dark End of The Street”? Sim, foi muito bonito, mas ficou longe do sublime anunciado pela crítica, tão apressada e ainda hipnotizada com o canto da sereia Charlyn Marie Mashall.
O maior mérito de Marshall não é na praia da composição, e ela sabe disso. Tanto que escalou a excelente The Dirty Delta Blues para explorar o que tem de melhor, sua voz. E foi o que se viu durante toda a apresentação, uma cantora consciente de que ela não era a atração principal, fugindo com pulinhos “fofos” do canhão de luz que focava nela, enquanto a Delta Blues costurava o tapete vermelho sonoro para a “musa indie” desfilar tranquilamente pelo palco. Clima minimalista e introspectivo, plateia na mão e Cat Power tão à vontade e segura de si que presenteou a todos com um generoso bis.
Tanto a presença quanto a voz de Marshal são tão encantadoras, que têm o poderoso efeito de fazer uma lavagem cerebral nos fãs. Muitos deles se adiantaram e compraram os melhores ingressos pela internet, esperando conforto e tranquilidade.
Mas o que se viu na porta do Via Funchal foi uma fila gigantesca, banhada pela torrencial chuva que caiu de surpresa, enquanto a porta do evento permanecia fechada, acabando com a elegância e com o sorriso dos fãs.
Alguma reclamação depois? Não. Alguma resenha rancorosa depois? Também não. Vai ver que o fato de ter que assistir ao show sentado, com garçons à disposição, e uma Chan Marshall toda simpática distribuindo rosas brancas no final do show, acalmou os ânimos de todos.
O Little Joy volta ao Brasil em agosto para duas novas apresentações. Dia 14, na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, e dia 15, no Via Funchal, em São Paulo.
A banda de Rodrigo Amarante (Los Hermanos) e Fabrizio Moretti (Strokes), que volta para o Little Joy após ficar fora da turnê europeia, passou pelo país no começo do ano, onde se apresentou por diversas capitais, sempre com ingressos esgotados.
Completam a formação do Little Joy Binki Shapiro (vocais e teclado), Todd Dahlhoff (baixo), Matt Borg (guitarra) e Matt Romano (bateria).
Para abertura das duas apresentações no Brasil em agosto a banda terá a abertura do The Dead Trees, grupo do baixista Todd Dahlhoff.
Confira três momentos do Little Joy durante sua passagem pelo Brasil no início do ano:
De malas prontas pra mais uma turnê por São Paulo, o grupo gaúcho Pública acaba de lançar mais um excelente clipe, “Casa Abandonada”, uma das melhores canções do disco “Como Num Filme Sem Um Fim”.
Tem virado uma tradição do Pública lançar bons vídeos, eles já tinham ganhado destaque com “Long Plays”, do álbum “Polaris”, que chegou a ser indicado ao VMB 2007.
“Casa Abandonada” conta com roteiro da própria banda, que ainda assina a direção ao lado de Fabricio Cantanhede. O vídeo foi feito em parceria com a Baxada Nacional Filmes.
Shows
Aproveitando o lançamento do novo clipe, o Pública tem três shows agendados em São Paulo: dia 14, no Sesi; 17, no CB; e 18, no Jive.
Nevilton: veja como foi o show @ Urbanaque Apresenta
Ele tem nome de remédio, mas está longe de ser xarope. Com suas composições que versam sobre amores feitos e desfeitos, dá pra dizer que Nevilton de Alencar, o jovem paranaense de prenome peculiar que também intitula sua banda, e suas belas canções, estão mais para analgésicos e antidepressivos de corações partidos do que xarope, como pôde conferir novamente os paulistanos no último sábado, na Funhouse. Com a pista cheia, eles magnetizaram o público com as irresistíveis “Bolo Espacial”, “Pressuposto” e “Bolerothéque”.
No meio da apresentação rolou até tributo para Michael Jackson – Nevilton deu a letra (mas não cantou) e o baixista Lobão mandou a linha de “Billie Jean” acompanhado pelo baterista Livoni – e para Zé Rodrix, com “Mestre Jonas”.